Receita lança serviço de atualização de dados do CPF pela internet

Receita lança serviço de atualização de dados do CPF pela internet

BRASÍLIA – A Receita Federal informou que oferecerá, a partir da próxima segunda-feira (16), um serviço gratuito de atualização de dados cadastrais no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) em sua página eletrônica na internet.

Segundo o Fisco, com o novo sistema, tanto brasileiros quanto estrangeiros residentes no Brasil poderão atualizar qualquer dado cadastral de seu CPF, como nome, telefone e endereço, por meio de um formulário eletrônico no site.

Segundo a Receita, há cerca de 191 milhões potenciais usuários desse serviço. O Fisco garantiu que o atual serviço presencial de alteração de CPF continuará sendo disponibilizado em unidades de atendimento dos Correios, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

“Nesse caso, há cobrança de tarifa de serviço no valor de até R$ 7,00”, informou a Receita.

Além de oferecer o formulário eletrônico para a atualização de dados cadastrais, a Receita oferecerá também, a partir da mesma data, novos modelos de comprovantes de inscrição e de situação cadastral no CPF com a utilização do chamado QR Code, uma espécie de código de barras digital. O contribuinte poderá emitir o comprovante por meio do sítio da Receita Federal.

Na avaliação da Receita, o novo modelo de consulta simplificará o processo de verificação da autenticidade do comprovante de inscrição e de situação cadastral.

“Com o QR Code, a confirmação da autenticidade dos comprovantes CPF será mais ágil, simples e garantirá segurança para quem consulta”, disse o órgão, que espera também uma melhoria no ambiente de negócios.

“Em bancos, empresas públicas e privadas, a confirmação da autenticidade do documento CPF apresentado é uma obrigatoriedade prevista no art. 4º da IN RFB 1.548/2015. Todavia, o volume de operações diárias, às vezes, inviabiliza esse procedimento. Com a implementação do QR Code no CPF, o processo de confirmação poderá ser realizado em todos os atos negociais em que o documento for apresentado”, afirmou o Fisco.

A Receita também espera uma redução do risco de fraude, uma vez que os dados dos comprovantes CPF com o QR Code serão validados em tempo real com as informações constantes na base de dados da Receita Federal.

“A Receita Federal ressalta que os cartões CPFs, bem como os comprovantes CPFs emitidos de acordo com a legislação vigente à época, permanecem válidos”, informou o órgão.

Fonte: http://www.valor.com.br

Compra de carros novos cai e aquece procura por peças e acessórios automotivos na internet; vendas online cresceu 75%

Vendas de carros novos tem quarta queda anual seguida, já comércio eletrônico de peças e acessórios subiu 75%

Há três anos peças e acessórios de carros são os itens mais vendidos no Mercado Livre; tecnologias e ferramentas online ajudam lojistas a atraírem mais clientes e dobrarem vendas

Enquanto as vendas de carros novos cai a cada ano, o mercado de autopeças teve alta significativa em 2016. Uma pesquisa da Fenabrave mostra que as vendas de veículos zero caíram 20,1% em 2016, se comparado com 2015. Esse já é o quarto ano consecutivo de baixa. Para especialistas, a recessão fez os consumidores frearem a compra de carros novos e, visando economia, passaram a investir em autopeças para repor e incrementar seus automóveis.

Só nos últimos três anos os produtos mais vendidos no Mercado Livre, um dos principais marketplaces do país, são peças e acessórios para autos. De acordo com o Sindipeças, o setor faturou mais de R$ 60 bilhões no ano passado e cresceu 75% no comércio eletrônico nos primeiros seis meses de 2016, segundo dados do Webshoppers-Ebit.

Tecnologia como aliada para vender mais

Com a recessão, os lojistas buscam cada vez mais alternativas como o uso de tecnologias e de ferramentas para atrair novos clientes e vender mais. “O mercado se profissionalizou nos últimos anos e tem investido cada vez mais em ferramentas de vendas que ajudam a otimizar tempo, integrando atendimento, marketing e logística. Isso ajuda a dar conta da demanda”, explica Frederico Flores, CEO da Becommerce, startup que oferece serviços para automatizar vendas com cerca de 2.000 clientes em marketplaces.

Há quatro anos no mercado digital, a Arsenal Car é o maior vendedor do segmento na plataforma Mercado Livre, com mais de 10 mil peças disponíveis e vendendo em média 204 mil itens por ano. “O mercado cresceu 25% só no ano passado e nós percebemos isso com o aumento dos clientes. Tivemos que nos adaptar a esse novo cenário. Investimos em tecnologia para nos ajudar com o atendimento e hoje comercializamos acessórios que incrementam e equipam os carros, mas também peças de reposição, que são cada vez mais procurada devido ao custo-benefício”, explica Marcos Barreros, gerente de Marketplace da Arsenal Car.

Fonte: http://www.segs.com.br

Saldo do FGTS em contas inativas pode ser consultado na internet

RIO – O saldo do FGTS pode ser verificado pela internet. Para checar quanto tem na conta, o trabalhador deve informar, no site da Caixa, o Número de Identificação do Trabalhador (NIS), encontrado na carteira de trabalho, e a chamada Senha Cidadão — que pode ser cadastrada também pela internet. Além de saber quanto tem acumulado no Fundo, é possível acompanhar a movimentação da conta, desde o primeiro depósito.

Dados como CPF, identidade, nome da mãe, data de nascimento e título de eleitor também precisam ser preenchidos.

As informações também podem ser verificadas pelo celular. Esse acesso pode ser feito de duas formas. Para smartphones, há aplicativos do FGTS disponíveis para Android e iOS, pelos quais é possível verificar o saldo, como em uma ferramenta de internet banking.

Há ainda uma opção de se manter atualizado sobre as movimentações na conta por meio de informes via mensagem de texto (SMS). Caso opte por esse tipo de acompanhamento, o trabalhador deixa de receber extratos bimestrais do FGTS.

Para estimular a economia, o governo permitiu o saque total das contas inativas do FGTS. São consideradas contas inativas aquelas que estão sem receber depósitos.

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Estudo aponta que brasileiro ainda teme compartilhar informações financeiras na internet

Um estudo realizado pela Euromonitor Internacional sobre internet móvel e mercado de pagamentos eletrônicos apontou que quase metade dos brasileiros (47%) que foram entrevistados opta por não compartilhar suas informações financeiras pela internet. A média mundial nessa questão é de 44%.

Apesar disso, outros quesitos do estudo “Digital Purchase and Internet Retailing Trends” apontam o crescimento deste mercado no Brasil. Eles podem ser conferidos a seguir:

– O estudo constatou que, até 2020, o Brasil deverá contar com mais de 250 milhões de usuários de dispositivos móveis com acesso à internet. No mundo, esse número será de cerca de 4,5 bilhões de pessoas.

– Atualmente, cerca de 116 milhões de brasileiros – 60% da população – usam a internet. A porcentagem é superior à média da América Latina (48%). Mas está abaixo dos Estados Unidos, por exemplo, onde quase 90% da população já tem acesso à internet.

– Até 2020, o comércio eletrônico brasileiro atingirá a marca de US$ 28 bilhões. Hoje em dia, está em US$ 19,5 bilhões.

– O estudo também aponta que, até 2020, o mercado de smartphones deve crescer 2% no país, atingindo a marca das 70 milhões de unidades.

– Em 2020, de acordo com o estudo, 66% dos brasileiros terão algum tipo de plano de telefonia móvel também terão internet móvel (hoje em dia, 59% dos brasileiros se encaixam nesse quesito). Em 2009, por exemplo, apenas 5,1% das pessoas que tinham um plano de telefonia móvel também contavam com internet móvel.

– A Euromonitor ainda afirmou em seu estudo que toda a população nacional está coberta por redes celulares e 94% conta com cobertura de rede 3G. Isso faz com que o Brasil esteja, na América Latina, atrás apenas de Costa Rica.

– Atualmente, de tudo que é comprado de maneira online no Brasil, a alimentação representa 11%, o setor de transportes (passagens de ônibus, serviços de táxis, companhias aéreas, entre outros) fica com 13%, e o de alojamento (reservas em hotéis e locação de apartamentos, por exemplo) representa 7%. Até 2020, segundo o estudo, esses setores representarão, respectivamente, 14%, 14% e 6%.

– A “Digital Purchase and Internet Retailing Trends” também garante que, em 2020, 10% de tudo que é vendido online no país será comprado através de equipamentos móveis. Hoje, são 7%.

Outros estudos

O estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro”, realizado pela BigData Corp à pedido da PayPal, mostrou que, em 2015, 20,6% dos sites usavam a tecnologia SSL (Secure Socket Layer), que confere aos clientes uma navegação mais segura. Este ano, entretanto, houve um crescimento significativo, fazendo com que 73,8% dos sites passassem a usar essa ferramenta.

Já a pesquisa Ipsos/PayPal, realizada no final do ano passado, constatou que 13% do total gasto online no mundo inteiro em 2015 se deu via smartphone.

Fonte: http://www.contabeis.com.br

15 coisas que o celular já substituiu ou pode substituir em breve

15 coisas que o celular já substituiu ou pode substituir em breve

Ainda que tenham sido criados com o objetivo de fazer ligações sem a limitação dos fios e de espaço, os celulares atingiram tamanha proporção que, atualmente, parecem terem migrado tudo (ou quase tudo) da vida real para a tela. A chamada, inclusive, parece ter até perdido espaço em meio a tantos recursos, que se multiplicaram com o advento da internet e dos aplicativos.

Veja abaixo 15 coisas que o smartphone já substitui ou pode substituir em breve:

1. Despertador
Os despertadores viraram praticamente uma relíquia, mas não o seu ódio por aquele barulho que interrompe o seu sono (sempre ou quase sempre na melhor parte de um sonho). Agora, quem corre o risco de ser arremessado na parede toda manhã é o celular.

2. Relógio
Basta perguntar a hora para qualquer pessoa que você vai ver. A grande maioria não olha no pulso –mesmo aqueles que ainda gostam de usar relógio –, certamente vai consultar o celular para te dar uma resposta.

3. Mapas, guias de ruas e até o GPS
Você se lembra dos guias de ruas? Até mesmo quem usou, deve se perguntar como conseguia encontrar endereços em meio a tantos mapas e códigos. Até que inventaram o GPS, que apesar de muito mais prático não teve uma vida útil tão longa. Logo, foi substituído pelos aplicativos de mapas, que podem ser acessados pelo celular a qualquer hora e lugar, até mesmo quando se está off-line.

4. Cartões de crédito e débito
O uso do celular para pagar contas já começou a ganhar força. Claro que não tanto no Brasil. Mas, o que se vê, é uma tendência que certamente vai substituir os cartões de crédito e de débito

5. Banco
Ir ao banco se tornou cada vez menos necessário. Pagar contas, fazer transferências, consultar saldos… tudo agora é possível fazer pelo celular. Ou melhor, quase tudo. Para fazer saques, ainda é preciso até uma agência ou um caixa eletrônico. De qualquer forma, a economia de tempo com filas é mais do que considerável.

6. Documentos pessoais
Chega de ficar carregando o passaporte [no caso em uma viagem], documentos de identidade e a carteira de motorista para cima e para a baixo com o risco de ser assaltado ou perde-los por aí. Alguns países como EUA, Irlanda e Angola já tem migrado grande parte desses documentos para dentro do celular. Agora resta saber se as autoridades brasileiras vão seguir o mesmo caminho. Que seria uma boa, não resta dúvidas, nê?

7. Telefone fixo
Não que o telefone fixo tenha sido extinto, mas certamente o seu uso tem se tornado cada vez mais escasso. Que pagar taxas extras e exorbitantes para ligações interurbanas, que nada! O uso de aplicativos gratuitos tem facilitado e muito a comunicação de longa ou curta distância. Um contato que não se limita à audição e se estende à visão.

8. Lanterna
Os celulares nem tinham internet ainda, mas já contavam com lanternas. Quem é que não se lembra dos antigos aparelhos da Nokia? Fizeram história. Atualmente não são todos os smartphones que vêm de fábrica com o recurso, mas é fácil encontrar aplicativos de lanterna gratuitos para todos os sistemas operacionais. Assim, dificilmente você ficará no escuro (ao menos que queira).

9. Agenda telefônica
Quem é que ainda anota o telefone dos amigos, parentes ou médicos em um papel dividido por letras do alfabeto? Dá para contar nos dedos, não é mesmo? O celular assumiu a função desse item –cada vez mais escasso nas papelarias. Uma substituição que, por um lado, facilita o acesso aos números, mas, por outro, dificultou a memorização até mesmo dos telefones considerados mais essenciais.

10. Câmera fotográfica
Cada passo é um flash! Esse é um ditado que, com a inclusão de câmeras nos celulares, se tornou válido não apenas para modelos e/ou artistas. Muitos dispensam o uso das câmeras fotográficas.

11. Calculadora
Para fazer cálculos básicos e até alguns outros mais complexos, os celulares são mais do que suficientes

12. Bússola
Agora é possível encontrar o Norte a qualquer momento, basta ter bateria no celular. O recurso está presente em quase (senão todos) os aparelhos disponíveis no mercado.

13. Vídeo game portátil
Há alguns anos esse era o gadget dos sonhos da maioria das crianças e dos amantes de jogos. Mas, agora, não passa da relíquia de um museu. Com a diversidade de aplicativos de games –gratuitos ou não–, os celulares assumiram essa função, que passou a ser muito mais acessível e democrática.

14. Gravador de voz
Tudo começou com os gravadores de fita cassete, que evolui para os gravadores digitais. Mas com era dos aplicativos –que levou tudo para dentro dos celulares– o aparelho se tornou perfeitamente dispensável. Atualmente, há diversas opções de apps que gravam áudios e tem até aqueles que fazem o trabalho de transformar o áudio em texto.

15. Walkman, discman e MP3 Player
O finado Walkman já foi considerado uma grande invenção, que se tornou ultrapassada com o advento do discman, atropelado –logo na sequência– pelos MP3 Players. Mas os aplicativos de streaming se superaram e levaram ao celular um catálogo variado de artistas e estilos para os amantes de música.

Fonte – http://tecnologia.uol.com.br

Mercado brasileiro de publicidade digital é o mais eficiente, diz Nielsen

Campanhas entregam 78% das impressões dentro do target previsto. Percentual maior que os registrados em outros 7 países

As campanhas digitais no Brasil conseguem entregar, em média, 78% das impressões dentro do target demográfico previsto, segundo a plataforma Digital Ad Ratings (DAR), da Nielsen que mede a audiência da publicidade digital com conceitos de mídia off-line, como alcance, frequência, TRP e GRP (siglas em inglês para pontos brutos de audiência), e permite a administração ‘in flight’ (ainda durante a execução da campanha) da qualidade da entrega das impressões em segmentos como sexo e idade, incluindo mobile e viewability (visualização de anúncio).

Com base na consolidação de todos os anúncios acompanhados entre setembro de 2013 a dezembro de 2015, o DAR revela que a média de entrega no target das campanhas digitais no Brasil vem crescendo, já superando inclusive sete grandes mercados, como Estados Unidos e Reino Unido.

No terceiro trimestre de 2014, por exemplo, a média entregue de impressões no público-alvo programado foi de 72%. Já no primeiro trimestre de 2015, a Nielsen realizou um segundo levantamento e constatou que a média havia subido para 77%. Agora, com resultados referentes a todas as campanhas acompanhadas pelo DAR até o quarto trimestre de 2015, a média de impressões entregues ao público planejado já chegou a 78% entre os brasileiros.

Entre os segmentos de mercado, a maior eficiência de entrega de impressões no Brasil foi registrada entre os anúncios de serviços financeiros. Segundo o estudo, 89% das impressões de anúncios digitais do mercado financeiro, em média, conseguem realmente chegar ao público-alvo. A segunda melhor média de entrega é atingida pelos anúncios de entretenimento, com 88%. Na sequência estão os anúncios de varejo e comércio, com 84%, e os de serviços e negócios ao consumidor em geral, com 80%.

As campanhas digitais direcionadas às faixas de idade mais amplas conseguem um alcance ainda maior do público-alvo. De acordo com o estudo, 84% das impressões de anúncios voltados para faixas etárias maiores que 30 anos conseguem realmente chegar a esse público.

Além disso, campanhas para faixas etárias de grande amplitude (com o objetivo de atingir, por exemplo, pessoas com idade entre 15 e 46 anos, 20 e 51 anos, 25 e 56 anos, ou mais) apresentam maior percentual de entregas no target do que aquelas direcionadas a faixas mais restritas. No target de 18 anos ou mais, para ambos os sexos, por exemplo, a eficiência de entrega é de 87% no Brasil. Já para mulheres de 18 a 49 anos a média de entrega atinge 76%.

“Os resultados no Brasil mostram que nossos clientes estão conseguindo obter mais eficiência na distribuição de impressões, o que significa otimização de recursos”, disse Maíra Barcellos, líder de Digital da Nielsen Brasil.

Fonte: http://idgnow.com.br/internet

Licenciamento de veículos pode ser feito pela internet; saiba como

Licenciamento de veículos pode ser feito pela internet; saiba como
iStock Editorial
Licenciamento de veículos em São Paulo pode ser feito pela internet; taxa é de R$ 80,07

Uma das taxas anuais obrigatórias a todos os donos de veículos no Brasil é o CRLV, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo – conhecido apenas por licenciamento. Todos os anos, os motoristas têm a obrigação de renovar o documento, e o processo é muito mais fácil do que parece.

Para os condutores do Estado de São Paulo, todo o trâmite pode ser feito pela internet: o motorista deve realizar o processo através do site do Detran apenas com o número do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) do carro e pagar a taxa de R$ 80,07, somada a mais R$ 11 do custo do envio do certificado pelos Correios.

Entretanto, o processo também pode ser feito nas unidades do Detran e no Poupatempo. Basta apresentar o comprovante de pagamento da taxa e um documento de identificação na unidade em que o veículo está registrado ou nos postos do Poupatempo. Apesar de precisar se descolar, na modalidade presencial não é necessário o pagamento do frete dos Correios.

Atenção ao mês
Em São Paulo, o licenciamento deve ser feito em meses específicos, determinados pelo final da placa dos carros. Em junho, por exemplo, os veículos com placa com final 3 devem fazer o licenciamento, enquanto julho é o mês daqueles com chapa com final 4.

Para renovar o documento, porém, o motorista deve quitar as dívidas com IPVA, seguro obrigatório e multas. Dirigir um veículo com licenciamento vencido é infração gravíssima, que rende sete pontos na CNH e multa de R$ 191,54, além de apreensão e remoção do veículo.

Veja na lista abaixo o mês de licenciamento dos veículos em São Paulo:

Final da placa 1 – abril
Final da placa 2 – maio
Final da placa 3 – junho
Final da placa 4 – julho
Final da placa 5 e 6 – agosto
Final da placa 7 – setembro
Final da placa 8 – outubro
Final da placa 9 – novembro
Final da placa 0 – dezembro

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Whatsapp vai deixar de funcionar em celulares antigos

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Empresa quer concentrar aplicativo em plataformas mais populares. Saiba se o seu celular está na lista

A empresa já havia anunciado, mas faltava uma data. Finalmente, no dia 31 de dezembro de 2016, o WhatsApp deixará de funcionar em alguns celulares com versões muito antigas do sistema Android (versão 2.0 ou anteriores). Os telefones Nokia que usam Symbian e Blackberry serão os principais aparelhos afetados.

A empresa afirmou que não foi “uma decisão fácil”, mas é a “correta” para oferecer um bom serviço:

“Olhando para o futuro, queremos concentrar nossos esforços em plataformas móveis que a grande maioria das pessoas use”, explicou a companhia.

Alguns fóruns especializados apontam que é possível que o WhatsApp lance no fim do ano sua função para chamadas em vídeo, o que tornaria o aplicativo incompatível com terminais antigos.

Os sistemas que deixarão de suportar o WhatsApp são:

– BlackBerry, inclusive o BlackBerry 10

– Nokia S40

– Nokia Symbian S60

– Android 2.1 e 2.2

– Windows Phone 7.1

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Tecnologia populariza cada vez mais o mundo dos investimentos

Não há muito tempo, quando falávamos em investimentos, mercado financeiro e economia, a primeira imagem que nos vinha à cabeça eram homens mais velhos, ricos e engravatados. Esse era o perfil padrão de quem investia no mercado financeiro no Brasil.

Pois saiba que, em 2016, essa já não é mais a realidade e o cenário tende a mudar cada vez mais anualmente. Um dos pilares dessa transformação foi o crescimento das corretoras de valores que revolucionaram a forma como você investe o seu dinheiro, rejuvenesceram o perfil do investidor através de facilidades e menos burocracia e popularizaram o mercado de investimentos com uma ferramenta crucial: tecnologia.

O melhor exemplo dessa transformação é a corretora Easynvest, que está há quase 50 anos no mercado e encontrou na tecnologia a forma de transformar a maneira como os seus clientes gerenciam o seu dinheiro. Hoje, ela é uma corretora 100% online, que não cobra taxa administrativa em Renda Fixa, e utiliza diversas plataformas digitais com foco em usabilidade para se comunicar melhor com seus investidores e oferecer total autonomia para que eles escolham e gerenciem os seus próprios investimentos.

Fonte: https://tecnoblog.net

IAB Brasil divulga posicionamento sobre transparência no mercado digital

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O IAB Brasil anunciou nesta segunda-feira (23) um statement em que se posiciona a respeito da transparência que, segundo a entidade, é ferramenta que deve fundamentar a pratica da publicidade digital.

No comunicado assinado pelo presidente do IAB Brasil, André Izay, a instituição anuncia que promoverá ao longo de 2016 o debate sobre assuntos importantes que vem surgindo no mercado digital, como mídia programática, privacidade e fraudes.

Confira abaixo o posicionamento do IAB Brasil:

“Transparência: inovação, confiança e desenvolvimento

O ambiente digital é reconhecido por seu dinamismo, inovação e transformação contínua. A marca do sucesso no ambiente digital é a capacidade de manter-se atualizado, antecipar necessidades, ser disruptivo, oferecer novas possibilidades e chegar à próxima fronteira.

A publicidade no ambiente digital não foge a esta característica. Embora a velocidade da transformação seja vista como um valor próprio desse mercado, por vezes ela também pode trazer insegurança e incerteza para inúmeros agentes na cadeia e, em especial, para anunciantes e consumidores.

Nesse sentido, mais do que um valor ético importante, a transparência deve ser encarada como uma ferramenta fundamental e prática que permita a contínua inovação do mercado de publicidade digital sendo capaz de gerar confiança, valor e desenvolvimento para todos os agentes envolvidos na cadeia.

Vale dizer: se a inovação não vier acompanhada da clareza sobre os potenciais ganhos, as mudanças e os controles necessários, mas também sobre seus limites, as possibilidades de sucesso e desenvolvimento de um mercado sustentável e de longo prazo ficam muito restritas.

Mas como encarar isso na prática?

A nova realidade da publicidade digital inclui questões como novos modelos de negócio, muitas vezes rompendo com os modelos pré-existentes; novos players de mercado, agregando utilidades distintas à cadeia de mídia em relações cada vez mais complexas e intrincadas; novas formas de mensuração de performance, valor e resultados; e novas formas de relacionamento com o consumidor, inclusive no que diz respeito ao conhecimento de seus hábitos e preferências.

É claro que a transparência nesse contexto é, antes de tudo, um valor ético necessário e que também instrumentaliza a forma de conhecer e operar dentro dessa nova realidade. Ela ajuda a identificar oportunidades e controlar expectativas, construir um entendimento claro para todos os envolvidos garantindo um efetivo poder de escolha entre os agentes de mercado, disseminando conhecimento e melhores práticas, fazendo crescer a confiança e gerando desenvolvimento.

A pretensão não é necessariamente arbitrar sobre as diversas práticas e modelos no mercado ou fazer julgamento de valor, mas antes debatê-las de maneira franca para que os anunciantes, agências, veículos, players de ferramenta e tecnologia e consumidores, enfim, o conjunto do mercado de publicidade digital tenham consciência e poder de decisão sobre seus negócios e possam fazer suas escolhas de forma consciente.

A transparência pretende ser um instrumento que contribua para a educação, conscientização e incremento da capacidade de decisão de cada um dos agentes do mercado. O IAB acredita assim que a transparência como prática de mercado ajuda a disseminar confiança entre cada um dos agentes e impulsiona o desenvolvimento desse mercado.

Durante esse ano de 2016, o IAB produzirá e divulgará comunicados referentes a diversos assuntos para estimular o diálogo sobre temas como internet financiada pela publicidade, privacidade de dados, mídia programática, viewability e fraudes, todos construídos a partir do eixo da transparência.

Temos feito um progresso sólido na publicidade digital e, juntos, vamos continuar a criar um mercado mais maduro, honesto e responsável. Todos querem. Todos merecem. Todos ganham.

Fonte: http://adnews.com.br/

Mei ganha aplicativo que ajuda na gestão do negócios

Mei ganha aplicativo que ajuda na gestão do negócios

Os microempreendedores individuais (MEI) já podem consultar a regularidade das suas contribuições mensais e emitir os seus boletos pelo celular ou tablet. A Receita Federal lançou um aplicativo que permite que o MEI acompanhe toda a sua situação tributária.

O programa APP MEI está disponível para as versões Android e iOS e pode ser baixado gratuitamente. Os usuários podem emitir os documentos de Arrecadação (DAS) já vencidos e a vencer.

Por meio dele também é possível consultar informações sobre os dados cadastrais do MEI, como nome, situação, natureza jurídica e endereço. Quem baixar o aplicativo ainda terá acesso aos conceitos, formalização e obrigações acessórias do MEI e poderá fazer um quiz para testar seus conhecimentos e avaliar o aplicativo.

Fonte – http://revistapegn.globo.com

Dicas E-commerce: Cliente não desistir da compra

lojas

Muitos pedidos solicitados  em lojas virtuais podem ser cancelados por falta de pagamento, esquecidos e outros motivos. Porém há possibilidades de resgatar o cliente e o mesmo concluir a compra.

E, uma das ferramentas que você pode usar é: E-mail Estratégico.

Enviar um e-mail para o cliente que ainda não realizou o pagamento do seu produto pode ser funcional e bastante eficaz, porém, é necessário ter muito cuidado ao elaborar a mensagem. A ideia é o e-mail funcionar como um lembrete para o cliente.

Dicas:

Informe o cliente que o seu produto ainda pode ser dele;
Informe o prazo para pagamento;
Pergunte se ele teve alguma dificuldade técnica para realizar a compra;

Enfim, tudo isto com muita leveza.

Mercado digital mostra força

Mercado digital mostra força
Consumo. Novo trabalho de Kanye West teve amplo acesso online desde seu lançamento

São Paulo. Pela primeira vez na história, o mercado digital de música superou em receita as vendas físicas, de acordo com um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) divulgado ontem.

As receitas digitais correspondem agora a 45% do mercado, ante os 39% das vendas físicas. Globalmente, o mercado fonográfico total cresceu 3,2% em 2015, atingindo a marca de US$ 15 bilhões.

Os ganhos da área digital cresceram 10,2% no ano passado e já representam mais da metade do faturamento com música gravada em 19 países, incluindo o Brasil.

Como a internet limitada pode afetar as empresas no Brasil

Como a internet limitada pode afetar as empresas no Brasil

Uma das maiores dúvidas das empresas que necessitam que seus processos sejam executados em nuvem (cloud computing) é justamente a velocidade da internet; ou, como conhecemos no jargão de TI, a “largura da banda”: o que você possui de link de internet para fazer com que todas as informações escoem e voltem da “nuvem”. Temos acompanhado o discurso das operadoras com relação a limitar a banda de internet e franqueá-la pela quantidade de bytes trafegados, seja para a nuvem ou para a utilização normal de seus processos no dia a dia.

Agora vamos imaginar que, no momento que estivermos realizando uma operação delicada de transferência no nosso Internet Banking, ou estivermos realizando o pagamento dos nossos funcionários, de nossos impostos e contas, atingimos o limite de internet cobrado pela operadora. Imaginem um médico, que esteja prestes a fazer uma cirurgia em uma videoconferência com seu colega do outro lado do mundo, necessitando trocar informações sobre o paciente ou sobre a própria cirurgia, e a velocidade baixa drasticamente. Imagine ainda se os seus computadores estiverem na nuvem e você só tem um dia para fazer os cálculos dos impostos a pagar ao governo, emitir as guias correspondentes e já são 16h. Podemos todos tentar fazer as coisas com mais previsibilidade e antecedência, mas colocar nesse planejamento a possibilidade de sua franquia de internet chegar ao limite e ficar mais lenta, já é sair um pouco da curva da razoabilidade.

Os impactos da internet limitada para os empresários podem ser enormes, principalmente para as médias e pequenas empresas, uma vez que a maioria dos contratos de links de internet com as operadoras não são links exclusivos, com velocidade determinada ponto a ponto. Esses empresários contratam links corporativos cuja velocidade não é determinada e, sim, seu valor mensal. Caso seja colocada uma franquia na quantidade, a maior parte terá seus custos acrescidos de mais essa variável. E como esses custos seriam repassados?

Para as empresas que possuem parte ou todos os seus servidores rodando em nuvem, o impacto também seria muito grande, uma vez que o tráfego dos dados é realizado 100% pela internet. Mais um custo que teríamos de assumir integralmente.

Os pequenos fornecedores dos serviços de nuvem também seriam fortemente impactados em seus custos, uma vez que são eles que realizam o “repasse” dos links para seus usuários finais. E essa franquia ou limitação também seria colocada para esses fornecedores? Os grandes fornecedores de serviços de nuvem sofreriam um pequeno impacto, pois eles contratam links já com velocidade e banda determinadas com as operadoras e, na maioria dos casos, os custos desse tráfego já estão inclusos na conta do cliente. A menos que esses fornecedores também sofram a mesma determinação de franquia, os custos também seriam repassados às empresas.

Para o Brasil das pequenas e médias empresas, o impacto financeiro seria bastante substancial, o que pode desencorajar esses empresários a adotar soluções em nuvem. Se o tráfego para a nuvem é realizado totalmente via internet, a franquia de velocidade e quantidade de dados trafegados pode ficar significativamente mais cara, dependendo da quantidade de servidores e recursos que lá se coloca. Seria certamente um impeditivo ao crescimento, tanto dos pequenos e médios empresários, quanto dos fornecedores de serviços de nuvem.

Acredito que as operadoras tenham a necessidade de repor suas perdas financeiras, mas penalizar as empresas e os usuários com franquias de utilização vai um pouco além da economia moderna, que cada vez mais tende a ser colaborativa.

Devemos, antes de mais nada, pensar e analisar o cenário de todos para chegar a um consenso. Simplesmente colocar uma franquia determinada e cobrar a mais pela utilização, não pode ser a única solução.

As operadoras e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em conjunto com a sociedade, devem sentar-se à mesa e negociar – pois de acordo com o que estamos vivenciando, as decisões unilaterais dificilmente nos farão chegar a algum consenso em que todos ganhem.

Fonte – http://www.administradores.com.br/

América Latina deve superar atraso na publicidade digital

América Latina deve superar atraso na publicidade digital

Bogotá – A América Latina só poderá superar os anos de “atraso” no setor da publicidade digital caso se dedique ao desenvolvimento de suas novas ferramentas, afirmou Alexandre Hohagen, ex-vice-presidente de Facebook e Google para a região.

“Assim como a Ásia, a América Latina está sempre atrás das tendências mundiais”, considerou o brasileiro, agora CEO da agência Nobox, para quem a “América Latina é uma das regiões mais promissoras” por sua capacidade de adoção de produtos que já transitaram pelo tradicional caminho de desenvolvimento.

Um percurso no qual, de forma regular, as novas ferramentas “sempre saem dos Estados Unidos e, após provarem que têm boa aceitação no mercado americano, se expandem à Europa, da Europa à Ásia e, por último, à América Latina”, explicou.

“Para mim, está claro que há uma oportunidade. O importante é superar a distância que existe hoje no mercado entre o que é implementado nos EUA e trazê-lo antecipadamente à América Latina. Acelerar o tempo entre o que vemos que está evoluindo nesses países mais avançados e trazê-lo antes à América Latina”, analisou.

De acordo com Hohagen, a região não está mal preparada para a tarefa, pois houve avanços significativos na penetração da internet, na qualidade da mão de obra e, sobretudo, na capacidade de aceitar as novas maneiras de se fazer publicidade.

Na opinião do executivo, “culturalmente, os latino-americanos são muito sociais e entendem como usar a tecnologia para seus próprios problemas, como para fazer negócios”.

“Somos uma região com 650 milhões de pessoas e quase 400 milhões já estão conectadas. Então tem uma relevância bastante grande” para a indústria da publicidade digital, considerou.

Hohagen disse lamentar que as empresas latino-americanas não alinhem seus investimentos “com o volume de consumo que se tem hoje na internet”, já que, segundo sua experiência, a quantidade de pessoas na região e sua adoção de novas ferramentas são uma boa “oportunidade” para investir na publicidade digital.

“É impossível pensar em estratégias sem pensar na migração da publicidade do mundo offline (a tradicional) para o mundo online. É verdade que as empresas têm muita dificuldade em manter seus investimentos em publicidade. Mas não podem parar”, comentou, ao destacar que pelas mãos de Nobox, sua companhia com mais de 13 anos no mercado, viu que “há muito interesse” pelo tema.

Entre as inovações utilizadas pela indústria de publicidade, o brasileiro citou os chamados “bots, ou softwares que realizam tarefas específicas e, em certas ocasiões, podem substituir o trabalho humano na internet”.

Para Hohagen, os “bots” que várias empresas desenvolvem para conversar por chat com humanos podem ser o futuro do setor, sendo a primeira aplicação social da inteligência artificial.

Outros destaques apontados pelo executivo foram a importância do vídeo na publicidade digital e a capacidade do “live stream” (transmissões ao vivo), que como exemplo citou o vídeo de 360 graus já apresentado pelo Facebook e sua integração com a rede social, o que explica como “a relação entre as marcas, os produtos e as pessoas mudou radicalmente”.

Diante dessa nova situação, Hohagen recomendou que “as empresas não só adotem o conceito digital”, o que acredita já ter sido feito, mas invistam em agilizar a adesão às novas tecnologias.

Fonte – http://exame.abril.com.br

Anatel proíbe limites da internet fixa por tempo indeterminado

Anatel proíbe limites da internet fixa por tempo indeterminado

A Anatel decidiu, pelo menos temporariamente, proibir a implementação de franquias em planos de internet fixa. O comunicado divulgado pela agência nesta sexta-feira, 22, determina que os limites estão proibidos “por prazo indeterminado”, mas que um o Conselho Diretor decidirá sobre o caso.

O texto diz que o órgão decidiu reavaliar a questão dos limites da banda larga fixa com base nas manifestações recebidas por tantos brasileiros que se revoltaram com o tema nas últimas semanas.

A agência deixa claro que a proibição ainda não é definitiva, no entanto, mas vale enquanto não houver o fim deste processo para examinar melhor o tema. “Até a conclusão desse processo, sem prazo determinado, as prestadoras continuarão proibidas de reduzir a velocidade, suspender o serviço ou cobrar pelo tráfego excedente nos casos em que os consumidores utilizarem toda a franquia contratada, ainda que tais ações estejam previstas em contrato de adesão ou plano de serviço”.

Ou seja: por enquanto, todas as empresas estão proibidas de cortar internet ou reduzir velocidade quando um cliente estourar seu limite, mesmo que isso esteja previsto em contrato.

A Superintendência de Relações com Consumidores Anatel já havia proibido preventivamente os limites da internet por 90 dias, mas ainda deixava muitas brechas. A medida propunha a liberação das franquias desde que os contratos antigos fossem respeitados, que o consumidor fosse devidamente informado sobre as restrições e que ele recebesse acesso a ferramentas que permitissem aferir o consumo. Agora a decisão parece um pouco mais firme, ainda que seu caráter continue provisório.

Apesar disso, o comunicado é encerrado com um parágrafo que deixa a entender que a agência continua não sendo contra a implantação das franquias:

“A Anatel acompanha constantemente o mercado de telecomunicações e considera que mudanças na forma de cobrança – mesmo as previstas na legislação – precisam ser feitas sem ferir os direitos do consumidor, razão pela qual proibiu qualquer alteração imediata na forma de as prestadoras cobrarem a banda larga fixa. A Agência, cabe destacar, não proíbe a oferta de planos ilimitados, que dependem exclusivamente do modelo de negócios de cada operadora”

Fonte – http://olhardigital.uol.com.br

Clientes poderão abrir e fechar conta corrente pela internet, decide CMN

O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou que pessoas físicas abram e fechem contas correntes pela internet, sem a necessidade de irem pessoalmente a uma agência bancária, como era exigido até agora. A informação foi divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira (25).

De acordo com o BC, o serviço é opcional e já pode ser oferecido pelos bancos, desde que eles disponham de mecanismos de controle para verificar a identidade dos clientes.

A identificação poderá ser feita, por exemplo, por meio de reconhecimento de imagem e de voz. Os bancos também podem solicitar uma fotografia, ou, ainda, exigir o uso do certificado digital.

“Têm mecanismos de tecnologia que permitem várias checagens além do contato presencial”, explicou a chefe do Departamento de Normas do BC, Silvia Marques. Ela ressaltou que esses mecanismos poderão, inclusive, dificultar a ocorrência de fraudes.

“Hoje, tem um cliente indo a uma agência levando um documento que pode ser falso. Pode ter um único contato trazendo fragilidade [ao cadastro]. O que se permite [com a nova regra] é que você vai ter não só um ponto de controle, mas vários”, enfatizou.

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) informou que “as instituições financeiras irão analisar a norma para se adequar e estabelecer os procedimentos e controles para garantir integridade, autenticidade, confidencialidade e segurança das informações e documentos eletrônicos exigidos no processo.”

Marques destacou ainda que os bancos também podem verificar, por exemplo, há quanto tempo os solicitantes de contas correntes pela internet têm e-mail ativo.

“Os bancos terão de estabelecer salvaguardas para checagem. Essa conta tem os mesmos requisitos de uma conta normal”, esclareceu o Banco Central.

Demais regras
Com exceção da flexibilidade do comparecimento presencial a uma agência, todas as demais regras para a abertura de contas bancárias continuarão em vigor, como veracidade da situação cadastral, regras sobre tarifas, fornecimento de informações, adequação de produtos e serviços financeiros, além da prevenção de lavagem de dinheiro e terrorismo.

A nova norma é mais uma ação do programa Otimiza BC, que permite a ampliação, “com segurança e eficiência”, da oferta de produtos e serviços financeiros à população.

O Conselho Monetário Nacional, formado pelos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, do Planejamento, Valdir Simão, e pelo presidente do BC, Alexandre Tombini, também baixou norma obrigando os bancos a não restringirem o acesso de clientes aos canais convencionais de atendimento, como, por exemplo, os caixas eletrônicos.

Segundo o Banco Central, há reclamações de que alguns bancos não atendem correntistas de outras instituições financeiras para realizar o pagamento de boletos. O BC diz que o CMN, com essa resolução, estabelece que isso é proibido.

Com a nova regra, fica claro que as instituições financeiras não poderão dificultar ou restringir o acesso a esses canais, exceto em duas situações: quando as dependências forem exclusivamente eletrônicas ou quando a prestação de serviços de cobrança e recebimento, decorrentes de contratos ou convênios, preverem canais de atendimento somente eletrônicos.

CRI e CRA
Outra regra aprovada pelo CMN permite que bancos possam comprar Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI’s) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA’s), emitidas por companhias securitizadoras ligadas a eles.

Esses títulos devem ser de classe subordinada, ou provir do exercício de garantia firme de subscrição pela instituição regulada, explicou o BC.

Para a autoridade monetária, a medida representa mais um “aprimoramento” das normas de securitização do crédito, facilitando assim a captação de recursos para financiamentos imobiliários e de agronegócios.

Fonte – http://g1.globo.com/

SulAmérica Seguros adota sistema 100% digital de contas médicas e hospitalares

131761.225637-SulAmericaSulAmérica acaba de ser tornar completamente digital. O processo foi finalizado com o apoio das empresas Orizon, fornecedora de soluções para processos na área da saúde, e FICO, companhia de software analítico de gerenciamento de operações.
Agora, todo o envio de documentos pelos prestadores, bem como faturamento, recebimento e análises da seguradora passam a ser feitos de forma digital.
A empresa implementou o sistema digital visando aumentar a agilidade nas relações entre empresa e clientes. Com as contas médicas e hospitalares se tornando 100% digitais, o processo de digitalizar a empresa finalmente é concluído, após dez anos de planejamento.
Além disso, graças a um algoritmo desenvolvido especialmente para a empresa, análises preditivas podem ser feitas para que processos como encaminhamento de contas ocorram de forma correta.

Atualmente, o volume de dados processado pelos bancos de dados da SulAmérica é enorme. Só em 2015, os clientes da empresa realizaram mais de 10 milhões de consultas médicas, 48 milhões de exames, 20 mil partos e 200 mil hospitalizações. Os números justificam a necessidade da empresa de virtualizar seus documentos e impedir problemas de perda e duplicação de dados.

Fonte: http://corporate.canaltech.com.br

A importância da Internet na área rural

Imagem meramente ilustrativa

A internet está chegando nas áreas rurais de nosso país e com ela traz muitas vantagens, abaixo alguns benefícios para os produtores rurais:

  • As informações chegam mais rápidas, ex: preço do café;
  • Comunicação entre produtores e familiares através do WhatsApp;
  • Pesquisas no google para encontrar informações sobre futuros clientes e concorrentes;
  • Publicação dos produtos em redes sociais, ex: facebook;

Veja uma matéria legal sobre a internet no campo:

http://www.canalrural.com.br/videos/opiniao/cafeicultores-terao-acesso-internet-69556

Se você deseja montar um site para seu negócio, podemos te ajudar, entre em contato!

Celular é principal meio de acesso à internet no Brasil, mostra IBGE

smartfone_1O uso do telefone celular para acessar a internet ultrapassou o do computador pela primeira vez no Brasil. É o que aponta o Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014 divulgado hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mais da metade dos 67 milhões de domicílios brasileiros passaram a ter acesso à internet em 2014 (54,9%). Em 2013, esse percentual era 48%. Mais de 60% dessas casas estavam na área urbana.

O celular para navegar na rede era usado em 80,4% das casas com acesso à internet, já o computador para esse fim estava em 76,6% desses domicílios e teve queda na comparação com 2013 (88,4%). A maior proporção desse uso foi registrada no Nordeste, com 92,5% dos domicílios com o celular como meio de acesso à internet.

Celular

Cerca de 136, 6 milhões de pessoas de 10 anos ou mais tinham celular em 2014 no país. O número representa 77,9% dessa população e um aumento de quase 5% em relação a 2013 (6,4 milhões de pessoas) e de 142,8% em relação a 2005.

Com as menores proporções de pessoas com celular, as regiões Norte (69,4%) e Nordeste (69,9%) também registraram os maiores crescimentos desse contingente no período: 2,7 e 3,8 pontos percentuais. O Distrito Federal tinha a maior proporção de pessoas com celulares com 10 anos ou mais de idade (90,6%), já o Maranhão tinha a menor proporção, 54,4%.

Os grupos de idade que apresentaram os maiores aumentos entre 2013 e 2014 foram o de 10 a 14 anos de idade, ao passar de 49,9% para 54,1%, o de 15 a 17 anos, com 80,8% com celulares, em comparação a 76,7% em 2013, e o de 60 anos ou mais em que 55,6% tinham celulares em 2014, ante 51,6% em 2013.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

Por causa da tecnologia, 20% dos postos de trabalho serão readaptados até 2020

104967.173643-Tecnologia-no-trabalhoUma pesquisa recente divulgada pela Avanade revela que a maioria das empresas do mundo já está investindo no uso de tecnologias inteligentes, o que inclui dispositivos conectados, wearables e automação. E que a adoção dessas ferramentas vai obrigar as companhias a readaptar seus postos de trabalho.

O estudo descobriu que o aumento da receita é o grande condutor dessa adoção, já que líderes de negócios e de TI no mundo esperam crescimento de até 33% em seu rendimento com as tecnologias inteligentes até 2020.

“No Brasil, as organizações estão começando a ver os benefícios de adotar tecnologias inteligentes enquanto transformam seu um ambiente de trabalho em digital”, diz Hamilton Berteli, vice presidente de expansão de mercado da Avanade Brasil. “No entanto, as empresas não serão as únicas a se beneficiar – indivíduos também poderão se concentrar em tarefas de maior valor, como inovação e solução de desafios críticos dos negócios. Como os resultados da pesquisa da Avanade apontam, colaboração, comunicação e habilidades de resolução de problemas serão demandados para o local de trabalho digital do futuro”, explica.

De fato, mais da metade dos entrevistados para a pesquisa disse que sua empresa terá como foco atrair e reter funcionários com mais colaboração e capacidades de pensamento crítico, enquanto 61% afirmou que as habilidades para solucionar problemas serão necessárias no mercado de trabalho do futuro.

A maioria dos executivos e líderes de TI entrevistados (92%) também acredita que será mais fácil para as companhias atrair e reter os melhores talentos enquanto eles aumentam sua confiança em tecnologias inteligentes no ambiente de trabalho. A pesquisa global mostra que, em resposta a essa adoção corporativa, 20% dos postos de trabalho vão ser readaptados até 2020.

“A maneira como trabalhamos hoje é cada vez mais influenciada por tecnologias, que ajudam a criar um contexto inteligente que é adaptado para o papel e as responsabilidades dos de cada indivíduo,” diz Berteli. “Simplificando, o contexto inteligente significa que empregados podem acessar as informações e os recursos que eles precisam a qualquer momento e onde quer que estejam, a fim de fazer o seu trabalho de forma mais eficaz”.

Fonte: http://corporate.canaltech.com.br

Internautas pedem fim do limite de dados em banda larga

size_810_16_9_cabo-de-internetSão Paulo –  Recentemente, operadoras como Vivo e NET anunciaram que irão limitar o consumo de dados em planos de internet banda larga. Nesta semana, consumidores insatisfeitos criaram uma petição online contra a medida – e mais de 25.000 pessoas já a assinaram.

Quando o limite de consumo de internet é excedido, o que acontece é que os consumidores terão a velocidade da conexão reduzida. A medida, que a Anatel avalia como benéfica, visa oferecer a mesma qualidade de serviço para todos os clientes, segundo as operadoras de internet banda larga.

Já na visão da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), citada na petição, esse tipo de controle é um “retrocesso”.

“Nós entendemos que a Anatel não pode se omitir e aceitar essa mudança, porque o consumidor é quem vai sair perdendo. Uma mudança como essa precisa passar por uma ampla discussão antes de ser aprovada”, segundo Maria Inês, coordenadora institucional da Proteste.

A operadora Vivo oferece planos de internet com velocidades que variam entre 4 Mbps a 25 Mbps, enquanto a franquia de dados vai de 50 GB a 130 GB. A banda larga popular tem franquia de 10 GB. A Net tem velocidades de 2 Mbps a 500 Mbps com limites de consumo de 30 GB a 500 GB.

A GVT, que deve ter sua marca absorvida pela Vivo em breve, não tem franquia de internet, assim como a Live Tim.

O controle de dados, por enquanto, não afeta os clientes de internet banda larga com planos de fibra óptica. Planos com restrição de tráfego são via rede telefônica (ADSL).

Vale notar que os planos existentes podem ser afetados, caso haja limite de consumo no contrato. Isso acontece com a Oi desde 2008, com a Vivo desde janeiro deste ano e com a NET desde sempre. As operadoras terão páginas online que mostram o consumo de dados do plano contratado.

Fonte: http://exame.abril.com.br

Quanto vale um site?

Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa

Como qualquer produto, a criação de um website, seja ele um e-commerce, um portal de notícias ou até mesmo um blog, demanda uma análise constante de desempenho para verificar a sua efetividade. Para isso, existe uma série de ferramentas de monitoração, conhecidas no mundo da tecnologia como Web Analytics.

Com as ferramentas de web analytics é possível medir, coletar e analisar os dados de navegação dos usuários de um website, com o objetivo de conhecer seu comportamento e preferências. A partir da análise dos dados, é possível definir novas estratégias com o objetivo de otimizar a rentabilidade do website.

Um conceitos-chave para entender como as ferramentas de web analytics podem ajudar a aumentar a rentabilidade do seu website nada tem a ver com tecnologia, mas sim com economia. O retorno sobre investimento (ROI, na sigla do inglês) é a relação entre o dinheiro ganho com o site e o montante investido para se chegar a esse resultado. De forma simplificada, se você ganhou mais do que gastou, o ROI é positivo.

Rentabilidade de sites

Para analisar a rentabilidade de sites (independente do tipo) é fundamental ter à disposição as ferramentas de web analytics. A partir dos dados coletados pelas ferramentas, é possível analisar não só o valor de um site como um todo, mas de cada uma de suas páginas – recurso muito útil para sites de e-commerce.

Um recurso disponível nas ferramentas mais completas permite que você inclua informações relacionadas a campanhas de divulgação, como gastos com links patrocinados, banners e mídia social. Com esses dados, a ferramenta consegue, por exemplo, identificar quais desses investimentos estão dando mais resultado, permitindo que o dinheiro seja investido nas campanhas mais rentáveis.

Algumas ferramentas permitem ainda que você monitore a repercussão de sua marca em redes sociais e o acesso às páginas via celular. Além disso, possuem inteligência para cruzar todos esses dados, produzindo relatórios mais completos e facilitando a interpretação das informações.

Fonte: http://planetamaisinteligente.ig.com.br

Como escolher a foto de capa do Facebook da empresa

Capa Facebook da empresa Fiz Digital
Capa Facebook da empresa Fiz Digital

 

É importante pensar na visualização da página em aparelhos móveis e nas regras do Facebook

A imagem de capa é o item de maior destaque em uma página do Facebook. Localizada no topo, em um espaço privilegiado da tela, a imagem é maior do que qualquer outro elemento visual do site.

Um estudo recente do EyeTrackShop mostrou que, após a mudança de layout do Facebook, as pessoas passam menos tempo olhando para os anúncios e publicações do mural e mais tempo para a foto de capa. Confira algumas dicas para você acertar na escolha da imagem para a página de sua empresa.

Cronograma editorial: Atualize sua imagem constantemente de acordo com o calendário promocional, datas comemorativas e agenda de sua área. O Dia dos Namorados está se aproximando? Vai comemorar o aniversário de sua empresa? Inclua a atualização da foto de capa da página do Facebook no planejamento desse tipo de ação.

Integração com a imagem do avatar: Brinque com a relação entre a imagem de capa e seu avatar. No Facebook, sua foto de perfil fica sobreposta à foto de capa, o que permite fazer criações elaboradas e divertidas utilizando as duas imagens, que devem funcionar tanto separadas quanto sobrepostas. O limite é a sua criatividade.

Esteja atento às regras: É importante observar as regras de uso de imagens de capa para páginas do Facebook. São diversas as restrições: divulgar preços de produtos, utilizar imperativos convidando à ação (“Compre agora”, “Acesse nosso site”, etc), exibir informações de contato, endereço ou telefone, utilizar mais de 20% da área da imagem para texto e fazer referência à funcionalidades do Facebook, como curtir e compartilhar. Antes de pensar a foto de capa de sua página, consulte os Termos de Página do Facebook.

Pense no mobile: Nos aplicativos do Facebook para dispositivos móveis, a visualização do tamanho da foto de capa pode variar. Dessa forma, por exemplo, aquele texto crucial para entender o concurso cultural que sua página está promovendo pode não estar tão legível. Antes de colocar a imagem no ar, teste-a no máximo de dispositivos possíveis.

Fonte: http://exame.abril.com.br

Mais credibilidade com e-mail profissional

email-profissional

O e-mail é uma ferramenta importante para qualquer profissional, empresa, enfim. É através dele que muitas vezes realizamos um contato com um futuro cliente e iniciamos um relacionamento para uma eventual compra e venda de produtos ou serviços.

Muitos gestores não tem a consciência da importância de um e-mail profissional para sua empresa e acaba utilizando e-mails como empresa@hotmail.com, empresa@yahoo.com.br.  Isto não é um bom negócio, não passa muita credibilidade.

O que é um e-mail profissional?

Considera um e-mail profissional a seguinte apresentação: contato@suaempresa.com.br, financeiro@suaempresa.com.br.

Porque usar este modelo de e-mail?

  • Mais credibilidade
  • O e-mail profissional é propriedade da sua empresa
  • Passa confiança
  • Fixação da sua marca
  • Várias contas de e-mail

As vantagens são muitas e o custo beneficio também, seja você um micro empresário, médio ou grande e não possui um e-mail profissional, fale conosco, vamos te ajudar na criação deles.

Fonte: Fiz Digital

 

 

Retrô site Rubens Calixto

Desde 2006 trabalho com desenvolvimento de sites e, de lá pra ká, foram muitos sites desenvolvidos, e um deles foi este http://www.rubenscalixto.com.br. Nesta época (2009) trabalhava em uma agência em Ribeirão Preto, minha função era desenvolver o layout e o recorte dele para Html e CSS.

A gente tinha uma necessidade de produzir site em menor tempo, foi ai que comecei a procura por ferramentas open source que pudesse agregar com eficiência o desenvolvimento de sites. Achei o Joomla.

Lembro ter feito um treinamento on-line com um profissional que dominava muito bem a ferramenta e, logo de cara, já apliquei a ferramenta neste site citado acima.  Legal rever alguns sites “antigos” que fizemos no passado.

www-rubenscalixto-com-br

 

Estudo mostra que apenas 7% das empresas são totalmente digitais

Um novo relatório divulgado pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, mostra que poucas empresas têm utilizado as tecnologias digitais com sucesso para se tornarem uma organização verdadeiramente digital. Intitulado “Organizando-se para o digital: Porque a destreza digital é importante”, o estudo conta com a parceria do MIT, Instituto de Tecnologia de Massachusetts. É interessante notar que o estudo revelou que as empresas que são verdadeiramente digitais tinham duas vezes mais chances de registrarem maior crescimento, lucratividade e satisfação dos clientes em relação às concorrentes.

“Durante a disseminação da energia elétrica, a produtividade cresceu somente quando as empresas reformataram radicalmente a maneira como eram organizadas – desde o layout físico das fábricas e implantação da linha de montagem até a elevação da especialização profissional. Foi uma mudança radical que não ocorreu da noite para o dia. Temos a convicção de que algo bem semelhante ocorrerá com a transformação digital. A modificação dos nossos modelos organizacionais tradicionais em modelos digitais exigirá uma mudança complexa. Mas não temos escolha se quisermos tirar proveito máximo dessa revolução digital”, afirma Didier Bonnet, vice-presidente sênior de transformação digital da Capgemini Consulting.

O relatório baseia-se em uma pesquisa conduzida com 274 executivos que representam 150 empresas de 28 países. As empresas digitalmente maduras abrangem uma mentalidade voltada ao digital e que prioriza as soluções digitais antes de tudo. Essas corporações também se organizam rapidamente em torno de novas oportunidades digitais, além de engajarem seus funcionários, encorajando-os resolver problemas de maneira coletiva.

O estudo também mostra que possuir um alto grau de destreza digital possibilita às empresas aproveitarem as oportunidades e reagir às rupturas muita mais rapidamente do que seus concorrentes tradicionais. No entanto, apenas 7% das empresas exibe uma mentalidade marcada pela destreza e priorização do digital. A maioria delas ainda se encontra na fase de transição, tentando lidar com a instabilidade entre novos modelos organizacionais e os antigos. Cerca de 56% ainda estão na fase inicial deste processo, enquanto 21% já se encontram em estágio avançado de transição.

Também foi revelado que cerca de 16% das organizações pesquisadas estão estacionadas. Isso indica que elas não apresentam competência digital significativa, lutam com as possibilidades, são inflexíveis e incapazes de responder às tendências e necessidades do cliente.

Fonte: http://corporate.canaltech.com.br

Cuidado com sites que geram guias GNRE, atendendo ao Novo ICMS

Cuidado com sites que geram guias GNRE, atendendo ao Novo ICMS

O segundo mês de funcionamento da nova regra de cobrança do ICMS ainda rende diversas reclamações e questionamentos dos usuários se este novo ICMS é inconstitucional ou não.

Vários órgãos, grupos e setores estão se mobilizando para questionar a regra. Até o presidente do SEBRAE, Guilherme Afif Domingos, entrou nessa movimentação, na qual alguns participantes, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Abradimex (Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especiais e Excepcionais), já entraram com uma Ação de Inconstitucionalidade (ADIN) para a norma.

A norma prevê que as empresas do ramo de vendas online e televendas devem recolher pelo menos uma guia (ou duas quando empresa for do Simples Nacional) para cada nota fiscal eletrônica emitida, ou seja, pelo menos a guia GNRE.

A Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE – permite ao fisco receber, recolher a partilha do novo ICMS. Para as empresas esta guia representa um grande aumento em seus custos de operação, pois é necessária a emissão da mesma para cada NF-e gerada.

Muitos sistemas ERP já estão preparados para emitir esta guia e utilizar o webservice do estado de Pernambuco, facilitando um pouco as operações tributárias da empresa.

Porém, com esta nova demanda, surgiram vários sites ofertando a emissão dessas guias e promovendo facilidade de uso, rapidez e muitas vezes gratuidade no serviço. Mas tome cuidado! Este serviço pode apresentar problemas à sua empresa e comprometer os seus dados e os dados dos seus clientes.

Uma simples e rápida pesquisa no Google demonstra como há vários sites ofertando a geração das guias GNRE para as suas notas fiscais. Se você é um empresário de pequeno ou grande porte, pode ficar curioso para com esta novidade: se você emite centenas de NFe, nada mais justo do que utilizar um serviço que automatize o seu processo, certo?

Não exatamente, a primeira preocupação neste cenário é com o sigilo e segurança dos dados da empresa e, principalmente, dos clientes, pois estes serviços utilizam os dados da sua Nota Fiscal, podendo até mesmo permitir a importação dos arquivos XML dessas notas fiscais.

Lembrando que nesses arquivos estão presentes todos os dados da empresa, do cliente e do pedido, bem como dados da entrega, portanto informações valiosas de se manterem em sigilo e proteção.

É preciso ter em mente que quando um cliente realiza uma compra em sua loja online, está confiando seus dados pessoais à sua empresa e é dever da empresa prezar pelo sigilo pessoal do cliente e cuidar para que estes dados não sejam utilizados para fins criminosos ou ilícitos.

Enquanto não há mudanças, os usuários devem buscar meios de tornar a regra um pouco mais organizada e menos burocrática. Confira algumas dicas para você ficar atento ao utilizar serviços que geram GNRE online:

  • Verifique se o seu sistema ERP já emite as guias GNRE, é mais seguro e fácil trabalhar com a empresa que você já conhece e tem um contrato de uso e sigilo das informações;
  • Até o momento, não há integração do Webservice do estado de Pernambuco com as unidades federativas de São Paulo, Rio de Janeiro e Espirito Santo. As guias para estes estados devem ser feitas manualmente;
  • Verifique se o site utiliza protocolos de segurança no tráfego de dados e se possui mecanismos para proteção e segurança desses dados;
  • Tenha certeza de que o serviço online oferece um contrato ou termo de uso coerente para que você possa ser respaldado legalmente caso algum problema ocorra;
  • Informe-se sobre a empresa por trás do serviço ofertado: pesquise, ligue ou mande e-mails para saber se a empresa é idônea.

São diversos os riscos sobre a utilização de sites que geram guias GNRE, portanto é preciso tomar alguns cuidados.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br

Cartão de registro profissional, pela internet, vai substituir anotação na Carteira de Trabalho

Cartão de registro profissional, pela internet, vai substituir anotação na Carteira de Trabalho

O cartão de registro profissional passará a ser emitido, na internet, pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), e vai substituir a anotação na carteira de trabalho. O objetivo é oferecer um atendimento mais moderno e rápido aos profissionais que solicitam o registro, além de aprimorar a segurança das informações e fornecer mecanismos hábeis de comprovação.

A novidade oferecerá atendimento mais moderno e rápido aos profissionais que solicitam o registro. Além disso, aprimora a segurança das informações.

O Sistema Informatizado do Registro Profissional (Sirpweb) foi criado para armazenar os dados de registros dos profissionais. Além disso, tem por objetivo dar transparência e agilidade aos processos de solicitação de registro, adequando-se ao que dispõe a Lei de Acesso à Informação.

Por meio do Sistema, o interessado poderá ingressar com o seu pedido de registro profissional virtualmente, acompanhar o andamento da análise da sua solicitação, consultar a situação de seu registro e imprimir o seu cartão de registro profissional.

Registro profissional

O registro profissional é um cadastro do Ministério do Trabalho e Previdência Social. Ele permite que profissionais de 14 categorias regulamentadas por leis federais ingressem no mercado de trabalho: agenciador de propaganda, arquivista, artista, atuário, guardador e lavador de veículos, jornalista, publicitário, radialista, secretário, sociólogo, técnico em arquivo, técnico em espetáculos de diversões, técnico de segurança do trabalho e técnico em secretariado.

Fonte: http://www.brasil.gov.br

Internet será estratégica na campanha eleitoral de 2016

Internet será estratégica na campanha eleitoral de 2016

A Internet começou a ser utilizada timidamente na campanha eleitoral de 2008. Uma série de restrições impossibilitavam o uso da rede, certamente impostas pelos próprios parlamentares, receosos de como seria esta experiência. Propaganda só em site “.can.br”.

O tempo passou e o TSE começou ampliar as formas pelas quais a campanha web se desenvolve, na mesma proporção em que reduzia as possibilidades da campanha convencional, influenciado por eleitores e cidadãos cansados da poluição visual e sonora, sem contar o lixo gerado nas campanhas. Proibiu os comícios, depois liberou os comícios, extinguiu os “showmícios”, limitou o tamanho dos adesivos, extinguiu outdoor, limitou os cavaletes, limitou a contratação de cabos eleitorais, diminuiu as medidas das faixas e banners e agora está rígido em relação ao “despejo de santinhos” em locais de votação.

Em contrapartida, as possibilidades para uso da Internet como principal plataforma de campanha só crescem. O que até 2012 era visto como meio de “campanha complementar” em 2014 demonstrou ter sido uma das principais fontes de influência na decisão de voto e de acirrados debates políticos. Pesquisa Datafolha em 2014 demonstrava que 39% dos eleitores pesquisados foram influenciados pela Internet na hora de decidir sobre o candidato a votar. 19% disseram que a internet influenciou muito.

Para 2016 a internet será fundamental e estratégica. A reforma eleitoral de 2015 acabou com a possibilidade das doações por pessoas jurídicas. Além disso, candidatos a vereador e prefeito terão limites máximos de gastos e tudo deverá ser comunicado via internet ao site do TSE. Aperta-se o cerco em relação ao financiamento de campanha. Não bastasse, o tempo de campanha está menor. O que eram três meses fora reduzido à 45 dias, menos ainda, quando tratamos de espaço em rádio e TV. Ou seja, é na internet que encontramos a tábua de salvação, não só para aqueles que tem menos recursos, mas para aqueles que desejam compensar as limitações de propaganda de outros meios. Em um país que é sempre o topo em uso de redes sociais, em horas conectadas e que também se informa por tais redes, desprezar a força da campanha web é dar um tiro no pé. Sem contar que a geração Y (até 29 anos) e Z (até 19 anos) votam, e são altamente influenciadas pelas questões trabalhadas na web.

A campanha web já começou. Poucos sabem, mas pelas regras de 2016, não configura propaganda antecipada a menção à pretensa candidatura na internet (pré-candidatura), bem como a participação em debates e entrevistas na web ou mesmo a divulgação de posicionamentos sobre questões políticas nas redes sociais. Não existe ativo e engajamento digital em 45 dias e o uso estratégico da Internet deve ser planejado e executado imediatamente. Qual o seu ativo digital neste momento? Seus militantes? Como está sua reputação quando se digita seu nome no Google? O candidato precisa pensar nisso!

A propaganda na internet continua liberada por meio de sites do partido ou candidato, mensagens eletrônicas, incluindo WhatsApp, blogs, redes sociais e sítios de mensagens instantâneas. Lembrando que na Internet não se admite propaganda paga ou pagamento para impulsionar curtidas, abrangência das postagens ou seguidores (nada impedindo o patrocínio antes do período eleitoral). Toda a mensagem deverá dispor de mecanismo que permita o eleitor se descadastrar e não mais receber. Espera-se que a frente “mobile” seja explorada em 2016 e que o eleitor seja alcançado em seu celular ou smartphone.

Por fim, não se tem dúvidas que a web é marcada em época eleitoral por táticas de guerrilhas e milícias ou mesmo por opositores que mal intencionados, contratam especialistas, programadores e pessoas para criarem robôs e espalharem boatos nas redes sociais. Essa conduta passa a ser criminosa. Considerando que o eleitor não tem muitos critérios para apurar a veracidade, caberá ao candidato esclarecer boatos em sua central e apurar a autoria de fakes e perfis falsos e ofensivos. Lembrando nesta eleição estamos na vigência do Marco Civil da Internet. Igualmente, os candidatos deverão estar atentos ao prazo para exercício do direito de resposta que segundo a Lei, para a Internet, será de 72 horas após a remoção do conteúdo.

Uma equipe “digital team” preparada para monitorar as menções ao candidato, bem como acompanhar paripassu a campanha web da concorrência, identificando desconformidades e abusos será indispensável. Na campanha web, ganha quem ousar mais sem sair da conformidade, estiver mais atento e errar menos. No Livro “Guerra Eleitoral da Internet: Manual de estratégias, conformidade jurídica e táticas para uso da Internet em Eleições”, que lanço a segunda edição neste ano, o candidato, partido ou equipe de campanha terão um guia completo para planejarem, implementarem e explorarem as melhores estratégias para uso da Web e todas as suas potencialidades, dentro da conformidade legal.

Fonte: http://idgnow.com.br

Quantos usuários de internet têm no Brasil? Banco Mundial e Minicom divergem

Quantos usuários de internet têm no Brasil? Banco Mundial e Minicom divergem

Um estudo do Banco Mundial informa que 98 milhões de pessoas não têm acesso à internet no Brasil. O “Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 2016: Dividendos Digitais”, coloca o Brasil em quinto lugar em número de usuários de internet, atrás da China, dos Estados Unidos, da Índia e do Japão. Mas também em sétimo entre os países com o maior número de desconectados.

Na opinião do Ministério das Comunicações, o número absoluto de brasileiros offline calculado pelo banco chama atenção, devido ao tamanho da população brasileira, estimada em 204 milhões de pessoas.

Segundo a Secretaria de Telecomunicações do ministério, 55% dos brasileiros com pelo menos 10 anos de idade são usuários de internet e, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia 175,2 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade em 2014.

“Logo, de acordo com esses dados, somos 96,4 milhões de usuários e 78,9 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade offline. Este último número é consideravelmente inferior à estimativa apresentada no estudo do Banco Mundial, mas, ainda assim, representa um grande contingente de pessoas sem acesso à de Internet”, diz o ministério.

A divergência pode estar no tipo de metodologia usada pelo Banco Mundial para definir os excluídos digitais.

De toda forma, o Ministério das Comunicações e o o governo federal reconhecem que a inclusão digital é um grande desafio e, por isso, principalmente desde 2010, ano de lançamento do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), estão sendo realizadas ações para massificar o acesso à internet no país. Segundo o ministério, entre 2010 e 2014, o número de usuários de internet no Brasil passou de 65,9 milhões para 96,4 milhões.

De acordo com o Banco Mundial, em todo o mundo, 4,2 bilhões de pessoas continuam excluídas da economia digital, o que representa cerca de 60% da população global. A Índia tem o maior número de pessoas sem acesso à internet, com 1,1 bilhão, seguida da China (755 milhões) e da Indonésia (213 milhões). Apenas 1,1 bilhão de pessoas têm acesso à internet em alta velocidade o que representa 15% da população do planeta.

Fonte: http://computerworld.com.br

2016 começa com mudanças na cobrança de ICMS do e-commerce

Começou a vigorar em 01 de janeiro a Emenda Constitucional 87/2015, que cria uma nova sistemática de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) incidente sobre as vendas interestaduais feitas através do e-commerce. Antes, todo o recolhimento desse ICMS fica com o estado de origem da venda do produto. Agora, as lojas virtuais terão de destinar uma porcentagem do imposto para o Estado que o produto será destinado.

“Com a regulamentação os empresários devem cadastrar em seu sistema a tributação de cada Estado e ajustar as etapa do seu processo de venda, da compra pelo cliente até a entrega do produto”, comenta, o diretor executivo da Rebellion Digital, Fernando Mansano.

“A nova regra promoverá ajustes na divisão do ICMS até 2019. Este ano o repasse do tributo será de 40% para a unidade federativa de destino e 60% para a de origem. Já em 2017, será 60% para a de destino e 40% de origem. Em 2018, 80% de destino e 20% de origem. A partir de 2019, toda a contribuição será ao estado de destino”, explica Mansano sobre o acordo.

Segundo o executivo, a a nova regra não deverá afetar os consumidores. “A princípio o Convênio ICMS 93 atingirá diretamente os Estados, pois vão receber as porcentagens do imposto e o comerciante que recolherá a guia de acordo com as regras estabelecidas”, diz.

Já para o comércio eletrônico, as mudanças trazem impactos operacionais e financeiros, principalmente nos parâmetros de tributação dos sistemas de gestão de vendas. “O e-commerce, essa é uma parte importante, principalmente se considerarmos que é uma boa prática adotar o conceito de check-out nas operações de vendas”, afirma Fabiano Silva, Diretor Comercial da KPL, uma empresa MercadoLivre, em artigo publicado no site da Camara-e.net.

Fabio Silva lembra ainda que as informações disponibilizadas pelo Confaz até o momento deixam claro que a mudança valerá também para as empresas integrantes do Simples Nacional. Pelo modelo Simplificado, o recolhimento de impostos é feito uma vez por mês. Com a partilha do ICMS, as PMEs inscritas no Simples terão que recolhê-lo a cada nota emitida, da mesma forma que empresas de outros regimes fiscais (Lucro Real, Lucro Presumido, etc). “Uma saída pode ser utilizar-se da permissão dos Estados para a abertura de uma inscrição estadual, sem estabelecimento. Porém, para isso é preciso que os varejistas estejam atentos aos prazos estipulados por cada localidade”, diz o executivo em seu texto.

É muito importante que as PMEs de comércio eletrônico procurem o quanto antes por informações fiscais e assessoria técnica para garantir o andamento das suas operações da melhor forma a partir da mudança, ressalta o executivo do MercadoLivre.

Fonte: http://idgnow.com.br/

Pequenos negócios da moda exploram pouco a internet

Pesquisa do Sebrae mostra que empresários estão presentes no ambiente virtual, mas fazem basicamente a divulgação do negócio e não realizam vendas online.

Foi-se o tempo em que o cliente deve se adaptar à loja. Agora é a loja virtual que se apresenta de acordo com o perfil do cliente.
Imagem meramente ilustrativa

Brasília – Os donos de pequenos negócios que comercializam roupas e acessórios ainda esbarram em dificuldades para vender seus produtos pela internet e fazer parte de um dos segmentos que menos sentiu os efeitos da crise econômica, o e-commerce.

Uma pesquisa inédita do Sebrae, feita com mais de 5,7 mil donos de lojas de artigos de vestuário e acessórios de pequeno porte, mostra que eles estão presentes no ambiente virtual, mas fazem basicamente a divulgação do negócio e não realizam vendas online.

Segundo os dados, menos de 15% dos donos dos pequenos negócios de moda e acessórios realizam vendas pela internet e pelas redes sociais na maioria das vezes – dois em cada três entrevistados afirmam vender dessa forma. Apenas 28% dos que fazem vendas on-line têm site próprio e 6% estão em marketplaces, o que caracteriza o e-commerce propriamente dito.

Dos pequenos varejistas de moda pesquisados, 84% têm uma loja física em comércio de rua, 6% estão em shopping e 1% opera somente on-line. E daqueles que possuem uma loja física e também on-line, 92% afirmaram que a loja física representa o maior volume de vendas.

“O anúncio nas redes sociais é a principal ação de marketing dessas empresas – 6% dos empresários participantes da pesquisa utilizam as redes sociais como estratégia de marketing. Mas, eles ainda exploram pouco a internet e não aproveitam as potencialidades da rede”, assinala a diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes.

“A rede social é uma boa alternativa para o início de atuação on-line, pois requer pouco investimento em tecnologia. Porém, a empresa deve se preparar para a comercialização na internet com a loja virtual ou o marketplace, pois isso contribui para a credibilidade da loja e para a segurança no pagamento. A rede social deve ser trabalhada como um canal de relacionamento e de apoio à venda”, completa.

Para Heloisa Menezes, comercializar via internet é uma atividade relativamente nova no Brasil e, por isso, ainda é pouco usual entre os pequenos negócios. “Há um enorme potencial a ser explorado pelos empreendedores brasileiros: moda é a categoria mais vendida no e-commerce; as pessoas estão cada vez mais digitais e utilizando dispositivos móveis. A internet está cada vez mais acessível e com maior qualidade nas regiões do Brasil. A atuação das empresas precisa responder a esse comportamento do consumidor”, afirma.

Fonte: http://www.portugaldigital.com.br/economia

Internet é meio mais indispensável na vida do brasileiro

A Millward Brown divulgou o MMA Mobile Report 2015, estudo encomendado pela Mobile Marketing Association. Feita em parceria com a Netquest, a pesquisa traça os hábitos dos mobilers, usuários de internet por meio de celulares ou tablets. A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 13 de novembro e contou com 1200 participantes, das classes A, B e C, em nove regiões metropolitanas: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Brasília (DF), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). O grupo foi dividido, por gerações: Millennials (14 a 24 anos), Geração Y (25 a 34 anos), Geração X (35 a 44 anos) e Boomers (45 a 55 anos).

De acordo com o estudo, o smartphone é o dispositivo com maior penetração na população brasileira: 90% dos usuários, enquanto 44% possuem tablets . A maior parte dos aparelhos é da marca Samsung (34%), seguido por Motorola (21%), LG (15%), Apple (13%) e Nokia (8%). Obviamente, o sistema operacional dominante é Android (78%).

A maior parte dos usuários tem plano pré-pago (58%) e60% possuem plano de dados. Outra característica é que os brasileiros já possuem mais de um chip, sendo que a média é 1,6 por mobiler. Já a operadora preferida é a TIM, com 34% de market share. Entre as demais observamos um equilíbrio: Vivo com 23%, Claro e Oi com 20%.

Os usuários costumam usar a internet com mais frequência em casa e a maior parte deles usa o meio para socializar. A mídia social predileta é o facebook, seguido pelo WhatsApp, que é o preferido pelos mais velhos – enquanto o YouTube, o Instagram e o Snapchat são usados pelos mais jovens.

Em média, 30% dos usuários nunca prestam atenção na propaganda, ainda que 60% deles às vezes presta atenção no que está sendo veiculado. Para chamar a atenção dos mobiles, entre os mais jovens, o que conta mais é o o visual e o design das peças, obter algo em troca (cupons, recompensas), interesse pela categoria de produto/serviço e o humor. Já entre os mais velhos, a maior motivação é o interesse pela marca. Os formatos mais indicados são fotos de produtos e via posts nas redes sociais.

Fonte: http://www.proxxima.com.br/

Negociação de dívidas com a CDHU pode ser feita pela internet

Imagem meramente ilustrativa

A renegociação de dívidas com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) pode ser feita pelo site do órgão. Nos últimos quatro anos, 42 mil pessoas deixaram de ser inadimplentes.

Os moradores que não têm acesso à internet podem ir aos postos do Acessa SP, programa de inclusão digital, ou a uma unidade do Poupatempo, que tem serviços eletrônicos e é possível imprimir o termo de acordo e o próximo boleto.

Para tirar dúvidas, há o canal Alô CDHU: 0800 000 2348, e precisará do boleto e CPF.

Fonte: http://g1.globo.com

12 motivos para ter um site

Imagem meramente ilustrativa

O primeiro motivo abaixo já é suficiente para não adiar o início de sua presença digital, mas veja como todos são importantes

Entre outros que poderiam ser listados, os motivos a seguir nada mais são que os próprios benefícios que você já deveria estar colhendo por ter um site:

1 – Além de trazer novos negócios, um site pode ter funcionalidades que facilitam o seu trabalho;

2 – Como os negócios na Internet movimentam cada vez mais dinheiro, você pode estar deixando de ganhar mais por não ter presença digital;

3 – Seus clientes terão a oportunidade de divulgar seus produtos e serviços sem custo para você, atingindo milhares de pessoas com a facilidade de um clique. É o boca-a-boca digital, muito mais rápido e para muito mais gente;

4 – Como negociamos com quem conhecemos, seus possíveis clientes, por terem a oportunidade de conhecer melhor a sua empresa, tenderão a negociar com você e não com as empresas que não conhecem;

5 – Um site com bom design dá credibilidade ao seu negócio. Os consumidores esperam que as empresas tenham site. E quem ainda não conhece sua empresa vai poder encontrá-la na Internet;

6 – Mesmo que seu negócio já tenha presença digital em redes sociais, convém lembrar que ainda é no Google que a maior parte das pesquisas é feita. Além disso, o sucesso de uma rede social pode passar, mas você sempre pode usar a de maior sucesso no momento para promover o seu site;

7 – Um site permite que seu público-alvo informe-se sobre o seu negócio a qualquer dia e horário;

8 – O investimento em um site é menor do que diversas outras formas de divulgação, e permite mensurar os resultados de forma praticamente imediata, pela própria Internet;

9 – Mesmo para produtos ou serviços que não podem ser vendidos pela Internet, o fato de ter um site lhe permitirá gerar mais negócios;

10 – Você pode analisar dados de acesso ao seu site e dados de cadastro para conhecer melhor o perfil de seus clientes. E com os dados, anunciar novidades para quem já demonstrou interesse pelo seu negócio;

11 – Os internautas consideram que os sites que aparecem nas primeiras posições de buscadores como o Google são das melhores empresas;

12 – Se o seu concorrente já tem site, você está ficando para trás… Se ele ainda não tem, você pode sair na frente.

E se você já tem um site, mas ele não está trazendo estes benefícios para você, escolha um bom fornecedor web para reformulá-lo e bons negócios!

Fonte: http://www.administradores.com.br

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Na próxima sexta-feira (27), lojas e sites brasileiros vão participar da Black Friday, mega liquidação inspirada em ação tradicional dos Estados Unidos. Parte do comércio se adiantou e já está fazendo ofertas.

Em anos anteriores, muitos consumidores que tentaram aproveitar as promoções enfrentaram problemas na hora da compra, como falta de produtos que tinham sido anunciados e sites que saíram do ar. Só o Procon de São Paulo recebeu mais de 1.300 reclamações relacionadas ao evento.

Para evitar problemas durante o período de liquidações, é importante que o consumidor tome alguns cuidados e conheça seus direitos. Em caso de problemas, é necessário saber, também, a quem recorrer.

Confira algumas dicas.

Tome cuidado ao escolher a loja

Quando for fazer a compra, verifique se o site da loja tem dados básicos, como endereço, telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social e CNPJ, e confirme esses dados no site da Receita Federal (http://zip.net/bfkvrH, link encurtado e seguro). Se a situação da empresa estiver descrita como “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra.

O Procon-SP mantém uma lista com sites que devem ser evitados pelos consumidores porque foram alvo de muitas reclamações, foram notificados e depois não responderam ou não foram mais encontrados. Quando escolher uma loja, confira se ela não está na lista: http://zip.net/bgnDcw (link encurtado e seguro).

Procure por selos de garantia

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Neste ano, o consumidor tem dois selos de garantia para usar como referência na hora da compra. As lojas que receberem o selo Black Friday Legal 2015 (foto), da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, se comprometeram a fazer ofertas reais e a entregar no prazo. A lista de lojas que têm o selo pode ser conferida no site www.bflegal.com.br.

O selo do site Reclame Aqui será dado a lojas que têm boa reputação, com base em reclamações registradas nos últimos seis meses pelos usuários do site. Para receber o selo, as empresas têm, ainda, de assinar um compromisso de atender o consumidor da melhor maneira possível durante e após o evento. O link com a lista das lojas que receberam o selo será divulgado durante a semana.

Consumidor tem o direito de se arrepender

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Por lei, o consumidor tem um prazo de sete dias para desistir da compra feita fora do estabelecimento comercial (por telefone, em domicílio, telemarketing, catálogos, internet etc.). Essa troca não precisa ser justificada, e pode ser feita mesmo que o produto não tenha defeito. O prazo começa a ser contado a partir da aquisição do produto ou de seu recebimento.

Propaganda enganosa é proibida

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Fátima Lemos, assessora técnica do Procon-SP, orienta que o consumidor salve as telas do computador em que aparecem os produtos que ele quer comprar; é uma maneira de buscar seus direitos caso, na hora do pagamento, o preço aparecer diferente, por exemplo.

A lei diz que toda informação transmitida ao consumidor, por meio de publicidade, embalagens ou mesmo declarações dos vendedores, torna-se uma cláusula contratual, que deve ser cumprida por lojistas e fabricantes.

Produtos com defeito exigem conserto ou troca

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Produtos com defeito devem ser consertados ou trocados, estejam eles em promoção ou não. Por lei, o prazo que o consumidor tem para reclamar de problemas aparentes ou de fácil constatação é de 30 dias (produtos não duráveis) ou 90 dias (bens duráveis).

Segundo Fátima Lemos, do Procon-SP, o lojista pode, primeiro, propor um conserto. Se o conserto for feito e o problema persistir, o consumidor tem direito à troca do produto. Ela afirma, porém, que em alguns casos a troca deve ser imediata, como quando o aparelho nem chega a funcionar ou é entregue com uma tela quebrada, por exemplo.

Troca de produto sem defeito não é obrigatória

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

A troca ou a devolução de produtos que não têm defeito não é obrigatória. Mas, se a loja permitir a troca por um determinado prazo, ela deve informar isso claramente ao consumidor.

Dificuldade para comprar também gera queixas

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Nos últimos anos, muitos consumidores enfrentaram dificuldades para finalizar suas compras na internet porque a grande procura fez os sites não funcionarem direito. Fátima Lemos diz que essa dificuldade também pode gerar uma reclamação formal. Mais uma vez, é necessário documentar o problema, guardando imagens das páginas com instabilidade, por exemplo.

De quem é a responsabilidade?

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

A responsabilidade pela venda e pela entrega dos produtos pela internet é sempre de quem vendeu ou anunciou, alerta Fátima Lemos, do Procon-SP. Se houver atraso na entrega, por exemplo, o lojista não pode passar a responsabilidade para os Correios ou a empresa privada que era responsável pelo envio.

Atualmente, grandes sites funcionam como “marketplaces”. Eles vendem produtos que eles mesmos entregam e também abrigam, em seus sites, outras empresas.

O site das Americanas, por exemplo, vende produtos de floriculturas e pet shops, entre outros. Neste exemplo, as Americanas são as responsáveis por qualquer problema que o consumidor tiver, uma vez que toda a compra é feita no seu endereço.

Procon e Juizado Especial podem ajudar

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

Quem tiver problemas durante a Black Friday deve tentar, primeiro, resolver a questão com a empresa. Caso o problema não seja resolvido, o passo seguinte é buscar órgãos de defesa do consumidor.

O Procon-SP fará um plantão especial para a Black Friday. Reclamações poderão ser feitas pelo telefone 151 (só para a cidade de São Paulo), pelo Facebook (www.facebook.com/proconsp) e pelo Twitter (www.twitter.com/@proconspoficial) do órgão usando a hashtag #ProconSPdeolhoBlackFriday.

Outra opção é levar o caso aos Juizados Especiais Cíveis, que atendem a causas de valores inferiores a 40 salários mínimos (R$ 31.520). Para causas que envolvam valores inferiores a 20 salários mínimos (R$ 15.760), não é preciso contratar advogado.

Site do governo também recebe queixas

Black Friday: veja que cuidados tomar na hora da compra e como reclamar

O consumidor também pode registrar sua queixa no site www.consumidor.gov.br, mantido pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão ligado ao Ministério da Justiça.

O site vai intermediar a comunicação do consumidor com a empresa. Ela terá dez dias corridos para enviar uma resposta. Quem fez a queixa poderá, depois, dizer se a resposta atendeu à sua expectativa ou não.

Fonte: http://economia.uol.com.br

Internet e celulares no campo facilitam comunicação e produtividade

Internet e celulares no campo facilitam comunicação e produtividade

O dia começa bem cedo para Leonardo Antônio Knychala. Antes das seis da manhã ele já está trabalhando na fazenda da família em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. E vai até tarde. “Tem dia que escurece e a gente ainda está trabalhando”, diz ele.

Interromper tudo e ir ao banco, por exemplo, costumava ser um problema. Hoje ele resolve tudo o que pode usando um smartphone. “Com a Internet, nós acessamos o site do banco, vemos o extrato, o saldo, se tem algum boleto ou conta de energia para pagar. Pagamos pelo celular, mesmo. Se fossemos até Uberlândia, demostraríamos entre 3 ou 4 horas para pagar uma conta”, diz ele.

A história de Leonardo pode ser vista em muitos outros lugares na área rural do Brasil. Nos últimos quatro anos, o número de usuários que acessam a Internet pelo celular em zonas rurais saltou de quatro para 24%.

São seis milhões de pessoas a mais usando a Internet no campo, segundo pesquisa feita em 2014 pelo Centro Regional de Estudos para Desenvolvimento da Sociedade da Informação, instituição ligada à Unesco.

Em outra fazenda, em Monte Alegre de Minas, as mensagens instantâneas são parte fundamental da comunicação. Quando o produtor rural Ricardo Engel precisa comprar algo na cidade, a lista de compras é enviada por seus funcionários através de um aplicativo de celular.

“E quando um animal parece não estar muito bem, rapidinho tiramos fotos ou fazemos um vídeo, e as imagens vão, na mesma hora, para os veterinários que prestam serviço na fazenda”, diz ele. Com isso, o veterinário pode fazer uma avaliação para saber se uma visita é realmente necessária, o que diminui tempo de atendimento e custo do processo.

Onze funcionários trabalham na fazenda e cuidam de uma propriedade de 154 hectares com 91 vacas leiteiras, suinocultura e uma granja de frangos. O sinal de celular na região não era bom, mas Ricardo investiu numa torre e hoje a fazenda toda é coberta por um sistema de Wi-Fi. “O investimento na torre ficou em R$ 8 mil, e isso melhorou muito a comunicação com os funcionários. Nosso processo ficou mais ágil e eficiente e também mais barato para a fazenda”.

Além de ajudar nos processos das fazendas, a tecnologia encurta distâncias e aproxima parentes que estão longe. A família de Werivelton de Almeida Nogueira mora no ceará. Hoje o casqueador conversa frequentemente com o avô e os tios.

“É bom porque a a gente está vendo a pessoa, os amigos distantes. Mesmo sem o sinal da operadora, pelo Wi-Fi você consegue contato”, diz ele.

Fonte: http://g1.globo.com

Google Maps agora pode te guiar até sem internet

Google Maps agora pode te guiar até sem internet

São Paulo – O Google lança, nesta terça-feira (10), uma função no aplicativo do Google Maps para smartphones Android que permite baixar mapas e ser guiado curva a curva por voz sem precisar de internet móvel.

Nesta primeira versão, somente a navegação para carros terá suporte ao uso offline (rotas de transporte público, de bicicleta e a pé só estão disponíveis no app se ele estiver online).

“Sem conexão, você poderá navegar pelo mapa, dar zoom, solicitar rotas e navegação curva a curva para carros. É quase como uma volta ao passado, é aquele seu primeiro GPS que não tinha internet”, afirmou Marcus Leal, gerente de Google Maps para a América Latina, durante um evento para jornalistas realizado na sede da empresa, em São Paulo. “Agora, você pode queimar o seu guia de ruas”, disse o executivo.

Também é possível pesquisar estabelecimentos, como um bar ou restaurante, e ver as notas dadas por internautas mesmo quando você está desconectado. Entretanto, como não há conexão, informações sobre o trânsito em tempo real não são exibidas.

Apesar de a novidade ser o modo offline, a economia de dados não é o foco do Google com essa atualização do Maps. O foco é performance.

Quando você vai para um local em que o sinal de internet móvel é ruim ou pega um túnel muito longo, o aplicativo pode acessar as informações guardadas no smartphone, em vez de ficar refém de uma conexão fraca, o que prejudica a experiência de uso.

“Se você estiver no estacionamento do shopping, no subsolo, o Maps vai usar os dados locais para navegar”, declarou Leal, explicando um possível cenário de uso.

A versão 9.17 do Maps começa a chegar aos usuários nesta terça, mas ela só deve chegar a todos os smartphones Android no dia 17 deste mês. A edição do app com novidades também chegará aos iPhones, mas o Google não informou quando isso acontecerá.

A novidade é importante para o Brasil. O país é um dos cinco maiores mercados do Maps em todo o mundo, diz o Google.

Como usar offline

As pessoas que não têm planos de internet móvel com muitos dados para gastar podem tirar ainda mais proveito da novidade. A solução é utilizar o aplicativo com o smartphone no modo avião, mas com a geolocalização ativa.

Para conseguir navegar sem internet, é preciso fazer previamente o download dos mapas da região que para a qual você vai. O limite sugerido de cada mapa é de 400 MB, mas o usuário pode optar por baixar os dados de navegação de uma região maior, com no máximo 50 quilômetros quadrados. Para fazer download, basta pesquisar o endereço desejado e deslizar o dedo de baixo para cima no app. A partir daí, é preciso delimitar a área do mapa e iniciar o download. Recomenda-se que o usuário esteja conectado a uma rede Wi-Fi para isso.

Cada mapa baixado tem duração de 30 dias no smartphone do usuário e, passado esse período, ele pede renovação. A ideia é evitar que dados desatualizados prejudiquem a experiência de uso do Maps.

Demanda Offline

De acordo com o Google, com base em dados de 2015, a quantidade de buscas online referentes a localizações representa 30% dos resultados de pesquisa exibidos. Além disso, a empresa conduziu um levantamento no Brasil, com a participação de mil usuários de smartphones, que mostrou uma necessidade de melhorar o aplicativo do Maps.

Entre os brasileiros, 40% responderam que tiveram problemas ao acessar um mapa no mesmo dia da pesquisa, devido a falhas de conexão.

Fora isso, o Google informou que muitos usuários que utilizam planos pré-pagos em seus aparelhos já tiraram capturas de telas de mapas e usaram o Street View para se familiarizar com o ambiente por não ter como utilizar a navegação do app do Maps por conta da restrição do consumo de dados da franquia. “Esse cenário de uso nós resolvemos com essa atualização”, finaliza Leal.

Fonte: http://exame.abril.com.br

A internet está matando a televisão aberta, aponta estudo

A internet está matando a televisão aberta, aponta estudo

São Paulo – Os brasileiros estão assistindo mais a vídeos sob demanda, como os oferecidos pelo Netflix e pelo YouTube, do que a TV aberta. Segundo uma pesquisa feita pela IMS Internet Media Services, em parceria com a comScore, 82% dos brasileiros consomem vídeos sob demanda e 73% assistem à TV aberta.

O estudo foi feito com 8.376 pessoas de seis países da América Latina (2.083 do Brasil) entre os dia 02 e 10 de setembro de 2015. Elas tiveram que completar uma avaliação online sobre o consumo de vídeos digitais nos últimos três meses.

De acordo com a pesquisa, os brasileiros passam 13,6 horas assistindo a vídeos digitais – sendo que 37,5% desse tempo (5,1 horas) é gasto vendo conteúdo em smartphones. Enquanto isso, os usuários estão passando apenas 5,5 horas semanais na frente da TV, seja ela aberta ou paga.

Em toda a América Latina, a quantidade de tempo gasto na internet representa 44% do tempo total gasto em todas as mídias (rádio, revista e jornal) e é quase o dobro do tempo gasto assistindo à televisão.

Com relação ao conteúdo, vídeos gerados por usuários e tutoriais são os mais vistos em smartphones e tablets. Já séries e filmes são mais consumidos na televisão e em computadores. Aliás, os brasileiros estão assistindo mais a esse tipo de conteúdo a partir de serviços pagos.

Isso não é novidade, já que o Netflix (um sistema de streaming de vídeos pago) no Brasil é o segundo mercado da empresa que mais cresce no mundo, com 2,2 milhões de clientes.

Outro resultado encontrado pelo estudo é que 35% dos usuários veem vídeos fora de casa e 14% os consomem enquanto se deslocam para casa ou para o trabalho.

Fonte: http://exame.abril.com.br